Processada pelo delegado Paulo Gustavo Gondim Borba Correia de Souza, da Polícia Civil de Pernambuco, Deolane Bezerra se defendeu perante à Justiça no começo deste mês. Presa desde maio deste ano em penitenciária de Tupi Paulista (SP) e ré em acusações envolvendo lavagem de dinheiro para facção criminosa e organização criminosa, a "influencer" questionou as provas apresentadas por Correia de Souza.
É preciso voltar em 2025 para entendemos. Naquele ano, o policial foi quem presidiu o inquérito em relação à Operação Integration, que havia prendido Deolane por uns 20 dias em 2024. A investigação envolvia desde fraude à lavagem de dinheiro passando pela exploração dos jogos de azar.
Ao protestar contra a prisão, a advogada acusou Correia de Souza de "abuso de autoridade". Segundo a famosa, o delegado promoveu uma "prisão criminosa e ilegal", levando-o à pedir indenização por danos morais de R$ 81 mil. A autoridade ainda classificou a fala de Deolane de "caluniosa".
Deolane Bezerra nega ter passado do limite de manifestação do pensamento
Agora, veio o novo desdobramento: a advogada alega que o delegado não demonstrou que ela fez tais acusações contra ele. Em outro trecho, a defesa alega que não foram apresentadas nem entrevistas e tampouco documentos que sustentem aquelas acusações, de acordo com a colunista Fábia Oliveira, do "Metrópoles".
A ex-participante de "A Fazenda" ainda questionou a validade de uma série de vídeos anexados aos autos por Correia de Souza. Segundo Deolane, houve...
Fonte: Terra
Karoline
Foto: AGNews / Purepeople

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